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Malhar no próprio condomínio é nova tendência

23/02/2017

Personagem antigo da versão original do programa “Escolinha do Professor Raimundo”, Paulo Cintura era dono do seguinte bordão: “Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa”. E vamos combinar que hoje em dia está bem mais fácil seguir  a sugestão do “conselheiro fitness”. Fora as possibilidades ao ar livre – calçadão, parques urbanos e ciclovias, dentre outras – os empreendimentos imobiliários mais modernos, que oferecem academias aos moradores, são uma motivação a mais para manter a saúde em dia e uma nova tendência de mercado.

Que o diga a profissional de Educação Física Kleidiane Lovati, praticamente uma especialista em atendimentos dentro de condomínios. “Tenho reparado dois movimentos no que diz respeito ao tema: os espaços destinados à academia têm ganhado cada vez mais importância nos projetos iniciais dos empreendimentos. E depois que já estão morando, nas reuniões de condomínio, percebo o interesse deles em ter essa academia boa, bem equipada e com boa climatização”, comentou.

Na avaliação da personal trainer, esse atendimento “em casa” gera benefícios para ambos os lados. Para o aluno, é mais prático e cômodo, pois ele só terá o trabalho de chegar em casa, se arrumar e subir ou descer para o pavimento do espaço de malhação. Sem falar na economia. “Outro fator positivo é a maior socialização entre os condôminos, que normalmente não se encontram ao longo do dia corrido”, lista.

Para o profissional, esse tipo de atendimento força o profissional a ser ainda mais criativo na elaboração de seu programa de treinamento, uma vez que, em via de regra, não vai dispor de todo o aparato de uma academia.

Prós e contras

Treinar em academias de condomínios, destaca Kleidiane, também tem seu “Lado B”. A principal desvantagem, na opinião da professora, é a menor estrutura que elas costumam apresentar, quando comparadas a academias de grande porte. Ela garante, contudo, que isso não significa perdas no resultado almejado pelo aluno.

“Nós sempre elaboramos o treino conforme o objetivo a ser alcançado pelo aluno e levando em conta o que temos disponível. E se identificamos que a academia do condomínio não está mais dando suporte para determinado treino avançado, sugerimos ao síndico alguma mudança com atualizações. Caso não possa ser feito, aí indicamos uma academia ao aluno”, explica ela, que encerra fazendo um importante alerta.

“Por se tratar de uma academia localizada no interior de um condomínio, o Conselho Regional de Educação Física não atua diretamente na fiscalização. Portanto, devemos sempre orientar os condôminos quanto ao risco de se exercitar sem a devida orientação de um profissional habilitado”.

Fone: Folha de Vitória  http://www.folhavitoria.com.br

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